Para conscientizar e contribuir com as pessoas que desejam parar ou diminuir o consumo de frituras, Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, listou e comentou cinco motivos para deixar de comer alimentos fritos. Confira:

 

Pode causar diabetes

O consumo de alimentos fritos leva à resistência a insulina, hormônio que controla as taxas de glicose no sangue. “A resistência insulínica é quando a insulina que circula no sangue não exerce sua atividade de forma plena. As principais consequências são cansaço, mal-estar, dores de cabeça, falta de energia e, em alguns casos, o desenvolvimento do diabetes”.

 

Aumenta as chances de doenças cardiovasculares

Quando os óleos utilizados para fritar alimentos são submetidos a alta temperatura as características químicas dos mesmos são alteradas, transformando-os em gorduras saturadas que, frequentemente, se acumulam nos vasos sanguíneos e entopem as artérias. “Esse acúmulo impede a passagem do sangue ao coração, o que pode causar um infarto ou um AVC (Acidente Vascular Cerebral), caso o sangue fique impedido de chegar ao cérebro”.

É a principal inimiga de uma alimentação com baixo valor calórico

Para quem deseja emagrecer, excluir as frituras do cardápio é o primeiro passo. “Além dos malefícios à saúde, o acúmulo de gordura abdominal e o aumento de peso são consequências de seguir um cardápio que prioriza a ingestão de opções fritas”.

 

Causa a perda de nutrientes nos alimentos

A consultora da Superbom ressalta que, quando um alimento é colocado em óleo, seja ele vegetal ou animal, a uma alta temperatura, ele se desidrata e perde nutrientes, principalmente substâncias antioxidantes como a vitaminas. “Por isso, além de mais calóricos, os alimentos fritos são menos nutritivos”.

Contribui para o envelhecimento

O consumo em excesso de gordura saturada, presente nas frituras, é um fator que contribui para o aumento da produção de radicais livres em nosso organismo. “O grande problema é que a liberação excessiva de radicais livres causa um fenômeno conhecido como estresse oxidativo, que está associado ao envelhecimento”, conclui a especialista.